SP cria mais de 260 mil vagas em sete meses, mostra Caged
Estado também registrou o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.706,37, 12% acima da média nacional
O estado de São Paulo criou mais de 260 mil oportunidades de emprego com carteira assinada nos primeiros sete meses do ano. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em julho, foram quase 18 mil vagas de emprego formais criadas. No acumulado de 12 meses, São Paulo criou mais de 180 mil oportunidades de trabalho.
Assim, o estado criou 27,5% do total de vagas com carteira assinada do país em sete meses, 31% em julho e 21% em 12 meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país, além de criar 58% dos empregos na região Sudeste de janeiro a julho.
Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,12% em julho, 1,85% em sete meses e 1,25% no acumulado de 12 meses.
São Paulo – vagas criadas
Julho: 17.814
7 meses: 267.107
Últimos 12 meses: 181.759
Brasil – vagas criadas
Julho: 58.568
7 meses: 972.203
Últimos 12 meses: 880.717
Sudeste – vagas criadas
Julho: 21.668
7 meses: 460.130
Últimos 12 meses: 330.741
Salário médio
Em julho, São Paulo teve também o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.706,37, seguido por Santa Catarina (R$ 2.456,66), Rio de Janeiro (R$ 2.441,19) e Mato Grosso (R$ 2.401,81). A valorização dos trabalhadores paulistas é impactada por fatores como o salário mínimo paulista fixado pelo Governo de São Paulo para o Estado, que alcançará quase 50% de valorização nesta gestão com o valor R$ 1.874 neste ano.
O salário de admissão de São Paulo é 12% maior que do Brasil (R$ 2.419,23). O Sudeste foi a região com maior valor no país (R$ 2.569,69).
Setores com mais contratações
O setor de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o que mais criou vagas em julho – total de 9.298.
O setor de Serviços vem em seguida – total de 5.946. Dentro do setor se destaca Transporte, armazenagem e correio (8.957).
Indústria geral vem em seguida, com 2.262, com destaque para indústria da transformação (1.598). Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (1.303) completam os setores que mais criaram vagas.
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