OsascoPolítica

Parlamentares reforçam importância de ações de proteção à mulher em Osasco

Vício em jogos de azar também foi debatido no Plenário Tiradentes

As políticas públicas de proteção à mulher foram destaque durante a 55ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Osasco nesta quinta-feira (1º). Os parlamentares abordaram o tema em plenário e destacaram a inauguração da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) com funcionamento 24 horas e cobraram outras ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

A procuradora-chefe da Procuradoria Especial da Mulher do Legislativo, vereadora Elsa Oliveira (Podemos) participou da inauguração da DDM 24 horas, realizada na manhã desta quinta-feira, e enfatizou a importância do ato para o fortalecimento das políticas públicas de proteção à mulher. “A inauguração é uma luta de todos. Estou muito feliz por essa realização na nossa cidade”, disse a parlamentar, que representou o Legislativo na solenidade.

Elsa defendeu a implementação de mais linhas de ônibus para facilitar o acesso ao prédio da DDM, que vai funcionar na Cidade da Polícia. A parlamentar também cobrou a ampliação do horário de funcionamento dos Centro de Referência da Mulher Vítima de Violência (CRMVV), com atendimento 24 horas.

O vereador Heber do JuntOz (PT) também cobrou a ampliação do horário do atendimento nos CRMVVs. “O nosso mandato fez uma audiência pública sobre isso e a gente escutou de quatro entidades que falaram a mesma coisa, até porque a violência acontece fora do horário do turno de trabalho”, justificou.

Os vereadores Julião (PSB) e Délbio Teruel (União) também celebraram a conquista do atendimento 24 horas na DDM e o pessebista pediu a intensificação de ações de proteção às mulheres. “Quero parabenizar todos os envolvidos, mas acho que ainda tem muito o que fazer e lutar também para ter uma delegacia na Zona Norte e outra na Zona Sul”.

Vício em jogos de azar

Delbio Teruel falou da aprovação da Lei 5520/2026, de sua autoria, que aborda um fenômeno cada vez mais presente na atualidade, o transtorno do jogo patológico, também chamado de ludopatia.

A legislação cria diretrizes de caráter preventivo, educativo e de acolhimento no contexto das políticas públicas de saúde mental do município, voltadas às pessoas afetadas pelo vício em jogos de azar.

“O município agora pode olhar melhor para as pessoas sob o ponto de vista da saúde mental, da família que está sofrendo e da prevençã. A gente vai cobrar para que essa lei funcione”, finalizou.

Foto:Ricardo Migliorini / CMO.